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[Palavras, apenas]


Internet difunde conhecimento

Beatriz Longhini
Carlos Eduardo Furlaneti
Gabriela Saran
Nathália Dib
Pâmela Vitalino
Solange Martines

Soltar pipa, brincar de bonecas ou ir a um campinho jogar bola são brincadeiras que já não fazem mais parte da infância da maioria das crianças. A nova mania agora é o computador, principalmente, a internet. Os jogos online e os sites de relacionamento são os mais acessados e ganharam espaço no cotidiano dos pequenos.

Mas não é apenas para diversão que a internet existe. Os trabalhos escolares ganharam outras fontes, cores e até adeptos. Como um incentivo e até mesmo para se atualizar, as escolas primárias incluíram em seu plano de ensino aulas de informática, onde os alunos aprendem e conhecem o mundo digital.

Felipe Eduardo Ribeiro, de 10 anos, é um exemplo de que a escola contribuiu para a iniciação nesse novo ambiente. Ele estuda na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Francisca Arruda Fernandes”, em Araçatuba, e foi o primeiro colocado na Olimpíada Municipal de Português e Matemática, na qual ganhou um computador. Ele conta que as pesquisas na internet o ajudaram em sua colocação. “Com as aulas de informática consegui melhorar meu raciocínio lógico, e aprendi a tirar minhas dúvidas nos sites de pesquisas”, explicou entusiasmado.

O garoto, que está na quarta série do ensino fundamental, já leu todos os livros da série Harry Potter. Todos comprados pela internet. “Juntei o útil ao agradável. Como gosto de ler e de navegar na internet, pedi para que meus pais os comprassem nos sites em que pesquiso preços”, contou.

Além de fazer compras pela internet e de fazer pesquisas, Felipe faz do dicionário online uma espécie de livro de cabeceira. “Como leio bastante, vivo com o dicionário online aberto no computador. Qualquer dúvida que eu tenha, ele está lá pronto para me ajudar”, falou o menino.

Dentre os sites que Felipe mais acessa estão o do jornal Folha da Região e o site de buscas Google .



Confira abaixo o garoto Felipe Eduardo Ribeiro falando como seria sua vida sem computador.





Escrito por Bia Longhini às 13h50
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Wikipédia: a gigante da informação

Navegando na internet é possível encontrar sites que jamais pensaríamos que existisse. É o caso de bibliotecas on-line, sites de relacionamentos, buscadores (de qualquer tipo), sites de vídeos, enfim, uma infinidade de domínios que há 15, 20 anos atrás, ninguém imaginava que existiria.

A Wikipédia, uma enciclopédia on-line criada em 2001, trouxe as bibliotecas para dentro de nossas casas. Atualizada por pessoas que se empenham em criar uma enciclopédia de alta qualidade, a Wikipédia passou a ser um dos principais mecanismos de busca dentro da Internet.

Logo quando foi criada, existia ainda insegurança por meio dos internautas, já que as informações encontradas dentro do site são colocadas pelas próprias pessoas que navegam pela rede, e assim, qualquer um pode enviar ou oferecer informações falsas. Mas, a credibilidade da Wikipédia foi crescendo com o passar dos anos.

Após sete anos de existência, a versão de que as informações não são confiáveis já não existe mais e logo que uma dúvida bate, corremos à enciclopédia on-line. O que não desmereceu, também, o próprio livro. Cada um tem seu espaço, mas a maior rede de comunicação ainda continua facilitando a vida das pessoas.

É importante dizer que a Wikipédia não tem limite de tamanho, seu conteúdo é dinâmico e atualizado constantemente por usuários. Além de ser uma enciclopédia on-line, ela oferece vários serviços, como o Wikcionário, Wikisource, Wikilivros e Wikiquote, um compêndio livre e virtual de citações.

A facilidade de acesso e as várias versões de línguas oferecem ao internauta a facilidade de procurar informações sem sair de casa. É o que o advento da Internet está proporcionando ao mundo: informação com rapidez e mobilidade.


Escrito por Bia Longhini às 12h42
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Quando computadores controlam o mundo

            A internet é um meio que vem se tornando uma das mais importantes ferramentas de comunicação no mundo todo. Com o advento dos computadores ficou muito mais fácil controlar sistemas e realizar transações sem precisar sair de casa. Basta apenas estar sentado na frente de um monitor e saber operar os programas.

 

            A realidade se confunde com a ficção quando paramos para ver quantos filmes já foram realizados abordando o tema: internet e programação de computadores. Um exemplo disto é o filme “Duro de Matar 4.0”, lançado nos Estados Unidos em 2007 e estrelado pelo ator consagrado Bruce Willis.

 

Willis interpreta o policial John McClane, um homem, como sugere o título do filme, “duro de matar”. Ele enfrenta um terrorista que ameaça causar um blecaute nos EUA e com a ajuda de hackers consegue salvar o país a tempo.

 

            O blecaute só é possível porque todo o sistema político, econômico, social e a segurança do país estão interligados por redes de computadores nada “protegidos”. O que não foge muito da realidade, já que o sistema americano é mesmo conectado por redes de informação.

 

            Os hackers, pessoas que criam e modificam programas, são peças importantes na destruição ou salvação desses sistemas. São eles que entendem como as senhas podem ser violadas, sabem como entrar ou sair de um computador mesmo que este esteja a centenas de distância. Pessoas que dedicam a vida a passar na frente de um monitor e às vezes, até mesmo esquecem que existe mundo afora isso.

 

            Após uma trilogia, “Duro de Matar 4.0” retrata bem a realidade desses gênios da informática e os compara ao gênio da força: o policial McClane, que após sofrer vários ataques continua com vigor e força para chegar ao seu objetivo.

 

            Um filme de ação, inteligência e força que retrata um futuro próximo, onde a internet com suas redes poderá salvar ou destruir o mundo, vai depender, principalmente, daquele que a estiver operando.

 



Escrito por Bia Longhini às 10h52
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Ser engraçado dá dinheiro

O blog é um espaço dentro da internet onde pessoas podem expressar seus sentimentos, emoções, brincar com amigos e até com os inimigos. A internet oferece a oportunidade da instantaneidade e da liberdade de expressão, assim, aliar humor à dinheiro ficou prático. Sites que oferecem banners de publicidade ficaram ainda mais populares com o advento do blog e chegam a pagar em euros aos seus expositores por cliques ou vendas de seus produtos.

 

Igor Pucci, 24 anos, nascido em Araçatuba (SP) descobriu essa “facilidade” da internet quando criou o blog Pérolas do Orkut, em julho de 2007. Como o próprio nome sugere, o site de relacionamentos Orkut é a ferramenta de busca de Pucci, que posta em seu blog fotos engraçadas de pessoas que se expõem dentro do site.

 

“Trabalho com internet desde 2001 e freqüentando fóruns eu via fotos engraçadas dos perfis das pessoas e comecei a guardá-las para enviar aos meus amigos. Chegou um dia em que eu tive que criar o blog para organizar essas fotos”, conta Pucci.

 

Formado em Ciência da Computação e fazendo pós-graduação em Economia na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Pucci lembra como chegou aos 30 mil acessos diários. “O blog tem essa quantidade de acessos somente pela divulgação dos meus amigos. Eu mandei o endereço para que eles acessassem e em um mês de criação já havia 10 mil acessos”.

 

Todos os dias o araçatubense recebe mais de 100 e-mails com fotos e montagens de pessoas que gostariam de estar no Pérolas do Orkut. “Há pessoas que mandam as próprias fotos para que eu coloque no blog, mas eu escolho de acordo com o que eu acho interessante. Além disso, eu rasuro o rosto das pessoas para que não haja maiores problemas”, informou o blogueiro.

 

Visionário e bem-humorado, o estudante de Economia sobrevive com o dinheiro obtido através de anúncios em seu blog. “Recebo R$3.000 a R$4.500 por mês com o blog e gasto duas horas por dia para atualizá-lo com quatro fotos”, contou.

 

Para Pucci o sucesso se dá pela interatividade com o internauta. “O próprio usuário faz o blog. São eles que me mandam as fotos, os comentários, as críticas e as sugestões. Acredito também que a freqüência com que atualizo as fotos faz com que as pessoas se interessem cada vez mais pelas novidades”, informou Pucci.

 

Com uma média de três mil comentários por dia, Pucci já tem um arquivo de duas mil fotos postadas e quatro empresas anunciando produtos. “O que começou como pérolas, como escritas erradas e fotos curiosas, se transformou em um site conhecido no Brasil inteiro. Vejo cada vez mais pessoas acessando a internet em casa, nas Lan Houses e isso é muito bom para mim. A inclusão digital é um meio de continuar dentro desse mundo que é a internet”, disse.

 



Escrito por Bia Longhini às 10h12
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Enquanto isso no shopping...

- Mãe, olha aquela livraria!!! Vamos lá?!

 

- Não! Que livraria o quê!

 

- Massss mãeeeee....

 

- Não! Tem muito livro em casa já!

 

 

 

Vai entender, né?!



Escrito por Bia Longhini às 10h32
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Sem Assunto

Hoje não tenho um assunto específico para falar aqui. Na verdade, ando tão desligada de “assuntos” que não sei muito o que se passa em jornais, revistas, internet e afins. Quer dizer, sei sim, o caso Isabella Nardoni é o único que tenho acompanhado, mas não quero falar sobre isso, todo mundo já disse o que queria e o que não queria. Já julgou e condenou. Cabe a cada um fazer seu juízo de valor.

Quero falar sobre a falta de pauta, ou, sobre o excesso de preguiça que assola o mundo dessa blogueira. Não é aquela preguiça de deitar no sofá e ficar lá pensando na morte da bezerra.  É “preguiça” (entre aspas, mesmo) de colocar as idéias em ordem. Preguiça de colocar os sentimentos para fora, já que eles estão muito bem guardados aqui dentro. Preguiça de descer do salto e colocar no papel, digo, no computador, tudo aquilo que perturba meu sono.

Sei que a preguiça é um pecado capital e dos mais perigosos, ainda mais para mim, uma aspirante à jornalista. Porém, no meu caso, a preguiça seria mais falta de coragem, ou cautela, ou sei lá mais o que. Não sei nem mais o que estou dizendo. Me perco entre os pensamentos e as palavras fogem das minhas mãos.

Tenho tanto a dizer, mas tenho tanto a organizar.

Ouvindo Engenheiros do Hawaii no blog da Marcela só tenho a dizer:

“Tenho mais dúvidas do que certezas... Hoje, com certeza, só tenho você”. (De Fé, Humberto Gessinger)



Escrito por Bia Longhini às 21h57
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Blogar é preciso

Marcela Nobre Cruz, 20 anos. Márcio Bracioli, 21 anos. Ela adora descobrir novidades do mundo virtual, ele, é um tanto quanto preguiçoso. São personalidades diferentes que se unem num mesmo lugar: a blogsfera. Marcela é dona do Infinito Particular e Márcio se expressa no Márcio Bracioli Noir. Ambos são estudantes de Jornalismo e encontraram no blog um lugar para expressar sentimentos, emoções, postar textos e histórias.

 

Marcela escreve no mundo virtual desde 2001, mas criou o Infinito em 2006 e desde então, não parou mais. São mais de 360 posts (textos da blogsfera) onde ela opina, informa, desabafa e expõe a vida para quem quiser ler. “Na minha lista tem mais de 100 blogs que eu visito. Os comentários são fundamentais, porque é através deles que eu vejo a repercussão sobre o que estou escrevendo,” conta orgulhosa pelos mais de 15 comentários diários.

 

Márcio usa diários virtuais desde 2002, mas tem o Noir desde 2006, e ao contrário de Marcela, não se interessa tanto por comentários. “Eu quase não entro em outros blogs, então, não espero comentários dos outros também. Uso o blog como um rascunho, uma folha de caderno onde posso contar minhas histórias”, disse.

 

Os estudantes de Jornalismo acreditam que o blog pode estimular e aperfeiçoar a escrita, assim como, aumentar o círculo de amizades. “Manter um blog não tem fórmula. É um lugar de expressão, de escrever o que vem na cabeça. O primeiro passo é entrar em um site e se cadastrar, o resto, acontece com o tempo”, conta Márcio.

 

Após 10 anos de utilização no Brasil, o blog não é mais usado somente como um diário. Marcela é um exemplo disso. Ela é uma das colaboradoras da revista Capricho e recebe quinzenalmente duas pautas para desenvolver, um para o blog da revista e outra para a própria revista. “Já tive dois textos postados no site, e ano passado fui citada na coluna da revista”, revela.

 

Os dois blogueiros têm seus espelhos: Marcela visita sempre o blog da jornalista Nathália Drupat, e Márcio admira o blog do também jornalista e apresentador Zeca Camargo. “Gosto do blog do Zeca porque ele escreve sobre coisas que eu também me interesso, ele tem gostos culturais específicos e eu me identifico”, conta Márcio.

 

Quando a questão é privacidade os dois são unânimes. “No blog existem os dois lados, o lado de quem posta e não se importa com o que está escrevendo, e o lado de quem comenta e também pode dizer o que quer. É o que faz a diferença no blog”, disse Márcio.

 

Assim como não existe privacidade no blog, não tem como escrever um texto e não correr o risco de ser copiado. Marcela já teve seus textos plagiados e foi obrigada a entrar em contato com a pessoa. “Copiaram os meus textos mais de uma vez, quando descobri, mandei um email para a pessoa para esclarecer a situação. Hoje sou cadastrada em um site que registra o dia e a hora em que eu posto alguma coisa, assim fica mais fácil provar que o texto realmente é meu”, conta.

 

O mundo virtual não é feito só de desconfianças, nele também há a possibilidade de conhecer pessoas do mundo todo. “Eu escrevo para alguém ler, para que assim, as pessoas possam se identificar ou discordar de mim. Dessa forma fiz muitos amigos e o meu círculo de amizades cresce sempre mais”, disse Marcela.

 

“Para mim, não vale tanto o número de visitas, mas sim, quem visita”, encerra Márcio.



Escrito por Bia Longhini às 10h12
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Sobre Direção

Quando somos crianças aprendemos a amarrar o tênis, a ver as horas, a contar até 100 e até nos arriscamos em algumas continhas diferentes.

Quando somos crianças aprendemos, também, que a mão direita é a que escrevemos e a mão esquerda é a que colocamos o relógio (ambos para os destros), até aí tudo bem. Crescemos sabendo de tudo isso até tirarmos a tão cobiçada CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Você deve estar se perguntando o porquê da minha afirmação ou concordando comigo (se você já passou por essa situação).  Vou explicar...

Na auto-escola tudo é lindo e empolgante. Você sente a liberdade nas mãos e nos pés. Pode colocar em prática tudo aquilo que ouvia dos seus pais, tios, avôs e afins: “olha, para estacionar, você faz assim, assado, e vai”, “ah, dirigir é fácil, é só ter atenção e controle no que está fazendo”... e os conselhos se multiplicavam.

E o que a mão direita e a mão esquerda têm a ver com isso?

Bem, simplesmente, tudo!

Quando você está lá, linda(o) e morena(o), dirigindo o veículo, seu instrutor fala: “vire para a direta”. Você, mais do que prontamente, liga a seta para a direita e vira, uma curva fenomenal.

Os minutos da aula vão passando, o papo com o instrutor também, o rádio ligado te faz relaxar um pouco, e o bendito, de novo, te diz: “vire para a esquerda”. Com uma sincronia imensa, você liga o pisca para a direita, coloca o pé na embreagem, pára o carro (no pare), coloca em primeira, e vira para a direita.

Ops! Para a direita?

Sim, meu caro.

Que parte mesmo nosso cérebro entendeu errado?

Eu não consigo entender qual é a dificuldade, qual é o problema em entender que a direita é a mão que escrevemos e a esquerda é a mão do relógio!

Será que Freud explica?

Eu, sinceramente, espero que sim. Senão, no dia do meu exame, vou ter que pedir para o delegado desenhar qual é o lado que ele quer que eu vire.

Se alguém ai tiver uma resposta lógica (que não seja falta de atenção, rs), por favor, se manifeste!!

 



Escrito por Bia Longhini às 21h18
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Blog: 10 anos de vida

            Hoje li no site do Estadão que o Blog está completando 10 anos aqui no Brasil. De acordo com a matéria, no dia 31 de março de 1998 o santista Renato Pedroso Junior acabava de se mudar para São Paulo e decidia criar um diário virtual para contar suas peripécias aos amigos e familiares. O blog se chamava Diário da Megalópole, e o nome de seu usuário passou a ser Nemo Nox: nascia o primeiro blog escrito em português.

Mal sabia ele que esse novo meio de comunicação tomaria proporções incalculáveis e que seria uma das mais importantes e interessantes ferramentas da década.

O Blog, assim como a internet, cresceu muito nos últimos anos, e o número de usuários se multiplica a cada dia mantendo a interação entre usuário e meio. Ele deixou de ser mero diário virtual e hoje ocupa um posto de importância nas mãos de jornalistas, escritores e afins, que têm outra opção, muito acessível, de expor idéias e sentimentos.

Mesmo quem não tem muita intimidade com o computador consegue criar e postar textos com muita facilidade em vários sites que oferecem o serviço do blog. O casamento entre imagem, texto e até vídeos fazem a diferença no diário virtual. O que você pensa pode ser lido e interpretado por qualquer pessoa no mesmo momento em que você está pensando. É a magia da internet. E é o que encanta muita gente.

                Apesar de toda a facilidade, o blog deve ser usado com responsabilidade e criatividade. O usuário deve saber chamar a atenção para o que escreve, mas também deve saber o que escreve, sem denegrir a integridade física ou moral de alguém. É claro que a liberdade de expressão é o que fascina no blog, mas deve-se pensar sempre no outro que está lendo. A credibilidade é fundamental, e é um objetivo a ser conquistado pelos blogueiros.

                Que possamos celebrar muitos outros 10 anos dentro e fora da blogsfera, e que a evolução continue transformando e formando opiniões.

 



Escrito por Bia Longhini às 21h22
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Liberdade de expressão ou liberdade de repressão?

Quem acompanhou as notícias do último final de semana nos jornais ficou sabendo sobre a “quase” censura a que o presidente venezuelano Hugo Chávez vem instaurando dentro do país.

Não é de hoje que jornalistas do mundo inteiro sofrem retaliações e têm seus direitos recriminados. Em 1964, no Brasil, regia o regime de ditadura militar, onde os meios de comunicação eram usados a favor do governo. Muitos jornalistas foram exilados e só puderam exercer sua liberdade de expressão 21 anos depois.

Na Venezuela os meios de comunicação vêm sendo ameaçados e sabe-se que Chávez pretende criar uma rede de “mídias alternativas” favoráveis ao governo preenchendo o espaço radioelétrico com o que é chamado por ele de “meios comunitários e alternativos”, lembrando que todos falando a mesma língua: a do governo.

            Fica difícil saber qual é o papel do jornalista no meio de tanta imposição e ameaça. Aquilo que é aprendido em faculdades, em redações e até no próprio exercício da profissão cai por terra quando a tal “liberdade de expressão” nada mais é do que a liberdade dos governantes se expressarem de acordo com o que eles acham oportuno.

            O jornalista pisa em ovos ao escrever sobre alguma falcatrua ou sobre o mais novo escândalo envolvendo políticos. O amanhã é sempre uma incerteza aos formadores de opinião. Mas como formar opiniões se a sua própria não pode ser divulgada?

            O século XXI seria de revoluções, de mudanças tecnológicas, médicas, e tantas outras, se não fosse o retardo de pensamento de alguns governantes que insistem em viver na época em que eram chamados de coronéis, lá no século XIX. Duzentos anos já se passaram e ainda os ideais de autoritarismo e impunidade continuam vigentes, tirando a informação de quem mais precisa: a população.

            Como é de direito de todos, a liberdade de expressão deve ser cumprida e exercida sem censuras. O caso do governo venezuelano deve servir de exemplo para todos aqueles que lutam a favor da liberdade de imprensa a fim de que se possa ter a livre exposição de idéias onde quer que seja.



Escrito por Bia Longhini às 09h24
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Textinho para não deixar o blog às moscas!

FELICIDADE REALISTA

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

 Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.

Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

(Mário Quintana)



Escrito por Bia Longhini às 20h47
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Blog novinho em folha.

Tenho outro "filho" no blogspot, o Devaneios da Meia-Noite, mas esse aqui será também um novo meio de comunicação, principalmente para a aula de Jornalismo OnLine.

Beijoo , obrigada pelas dicas e por nos incentivar a entrar nesse mundo tão complexo! ;D



Escrito por BiaAaAhH* às 10h45
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Mais um canto para devaneios...

 

ou não!



Escrito por biazinhalonghini às 10h00
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