Hoje não tenho um assunto específico para falar aqui. Na verdade, ando tão desligada de “assuntos” que não sei muito o que se passa em jornais, revistas, internet e afins. Quer dizer, sei sim, o caso Isabella Nardoni é o único que tenho acompanhado, mas não quero falar sobre isso, todo mundo já disse o que queria e o que não queria. Já julgou e condenou. Cabe a cada um fazer seu juízo de valor.
Quero falar sobre a falta de pauta, ou, sobre o excesso de preguiça que assola o mundo dessa blogueira. Não é aquela preguiça de deitar no sofá e ficar lá pensando na morte da bezerra. É “preguiça” (entre aspas, mesmo) de colocar as idéias em ordem. Preguiça de colocar os sentimentos para fora, já que eles estão muito bem guardados aqui dentro. Preguiça de descer do salto e colocar no papel, digo, no computador, tudo aquilo que perturba meu sono.
Sei que a preguiça é um pecado capital e dos mais perigosos, ainda mais para mim, uma aspirante à jornalista. Porém, no meu caso, a preguiça seria mais falta de coragem, ou cautela, ou sei lá mais o que. Não sei nem mais o que estou dizendo. Me perco entre os pensamentos e as palavras fogem das minhas mãos.
Tenho tanto a dizer, mas tenho tanto a organizar.
Ouvindo Engenheiros do Hawaii no blog da Marcela só tenho a dizer:
“Tenho mais dúvidas do que certezas... Hoje, com certeza, só tenho você”. (De Fé, Humberto Gessinger)